De repente, percebi!
Era a idealização de ti que eu amava.
Era de olhos fechados, que eu te amava.
...Sabendo, vendo, sentindo... mesmo assim te amava.
Quando chegavas, me hipnotizavas, me amavas...
E a esse teu amor, no escuro, me entregava,
Mesmo sabendo que teu coração dividido estava...
Por te amar demais, ignorava os sinais, e aceitava.
Mesmo vendo os teus defeitos, sentindo os efeitos, me calava...
Para te deixar livre, para decidires por ti mesmo, esperava...
Não querias magoar, mas não podias evitar, e eu calava,
Ignorava que para nós, o tempo e as chances, se esgotavam...
Ainda espero que despertes, e que voltes a me amar...
Que nossas palavras nunca mais nos firam...
Não digo que deixei de te amar,
Mas meus olhos se abriram!
Era a idealização de ti que eu amava.
Era de olhos fechados, que eu te amava.
...Sabendo, vendo, sentindo... mesmo assim te amava.
Quando chegavas, me hipnotizavas, me amavas...
E a esse teu amor, no escuro, me entregava,
Mesmo sabendo que teu coração dividido estava...
Por te amar demais, ignorava os sinais, e aceitava.
Mesmo vendo os teus defeitos, sentindo os efeitos, me calava...
Para te deixar livre, para decidires por ti mesmo, esperava...
Não querias magoar, mas não podias evitar, e eu calava,
Ignorava que para nós, o tempo e as chances, se esgotavam...
Ainda espero que despertes, e que voltes a me amar...
Que nossas palavras nunca mais nos firam...
Não digo que deixei de te amar,
Mas meus olhos se abriram!
"Original: Guilherme Castelo"
Foto da net-autor desconhecido
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